Monday, February 8, 2010

Coletivo realizará festival de rock no Carnaval

O Grito Rock, maior festival independente integrado da América Latina, acontece em Itabirito no dia 13 de fevereiro, sábado, em uma tenda instalada no estacionamento do Complexo Turístico da Estação, no centro da cidade, entre 14 e 19h. A programação conta com cinco bandas: Acorde Final (Itabirito), Dom Capaz (Uberlândia), Peripécias de Epaminondas (Itabirito), Pollens (Itabirito) e Vandaluz (Patos de Minas). Entre um show e outro, a festa continua com a discotecagem dos DJs Totí e Zé Preto.

Vandaluz
Vandaluz

Dom Capaz, de Uberlândia, mescla o rock ao samba e às mais variadas expressões da Música Popular Brasileira. Vandaluz, de Patos de Minas, são três músicos, um boêmio e um poeta que pretendem divulgar trabalhos de apelo crítico, com a ingênua intenção de estimular a liberdade de fazer arte com responsabilidade e alegria, pensar e até influenciar a cultura brasileira, com apresentações marcadas por performances teatrais, poesia e, é claro, música. A Pollens é formada por conhecidos músicos itabiritenses e deixa a suavidade do Pop se fundir a força do Rock, que cria uma sonoridade singular, cheia de emoção e vida. A mistura de ritmos, também classificada como “farofada”, é a chave da alquimia da banda Peripécias de Epaminondas. Já o grupo Acorde Final tem como objetivo louvar a Deus e levar o evangelho, procurando conscientizar e influenciar, principalmente os jovens a se envolveram num ambiente positivo e saudável.

Segundo Gilson Antunes, um dos produtores do evento, a tenda será um espaço para músicas alternativas no Carnaval. “Em Itabirito há uma lei que proíbe a execução de músicas que não são típicas do Carnaval, devido a isso a Prefeitura montou a tenda”, informa. Para Isaías Apolinário, técnico de som do evento, o ponto forte do Grito Rock é a diversidade musical. “Temos bandas de rock cristão, pop e indie, além das músicas diversas apresentadas pelos dois DJs”, comenta.

O Grito Rock é uma realização do Circuito Fora do Eixo e do Coletivo À Margem, em parceria com a Prefeitura Municipal de Itabirito, com apoio cultural do Jornal O Liberal, ItabiritoCultural.com.br e AgitoMais.com.br.

O Coletivo À Margem é uma rede concebida basicamente por músicos de Itabirito e Ouro Preto, tendo ainda videomakers, designers, fotógrafos, atores, publicitários e jornalistas. O objetivo do coletivo não é apenas a realização de eventos, mas também efetuar a mudança cultural da região, abrindo espaço para a cultura marginal, ou seja, aquela que está à margem.

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Espetáculo musical relembra a história do rock

A banda Nintendo 69 realizou no dia 30 de janeiro o show “Traçando o Velho Rock” na Casa de Cultura Maestro Dungas, em Itabirito. Formada por quatro jovens, João Lucas (vocal e guitarra), Alex Salvador de Oliveira Júnior (guitarra), Pablo Satlher (baixo) e Rafael Toledo (bateria), a banda fez releituras de grandes sucessos de grupos e músicos consagrados, como Led Zeppelin, Pink Floyd, Rolling Stones, Beatles, Jimi Hendrix.  Nintendo 69

Segundo a estudante Marina Morgan, o repertório foi bem vasto e conseguiu agradar toda a platéia, já que a banda realmente “traçou” a história do rock, tocando tanto músicas antigas quanto novas. “A cada show que passa a Nintendo me surpreende mais, a banda se supera a cada dia”, declara. Ela comentou que gostou também da interação de toda a banda com o público, “o que é mais difícil de acontecer em shows em outros lugares”.

Durante o evento, foi gravado o primeiro DVD da banda com direção do cineasta Gabriel Luz. Segundo ele, foi um resgate da rebeldia da contracultura, do bom rock. “Não entendo de música, mas senti uma boa vibração, estilo e paixão. Acho isso fundamental”, diz. Para o musicista Filipe Castro, o show “Traçando o Velho Rock” foi bem interessante do ponto de vista musical e também pela produção envolvida. “Eu senti que as pessoas queriam se movimentar, tomar uma bebida e fazer barulho. No teatro essas coisas ficam inviáveis”, opina.

A produção foi realizada por Gilson Antunes e Isaías Apolinário, com patrocínio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura Municipal de Itabirito e apoio cultural do Jornal O Liberal, ItabiritoCultural.com.br e AgitoMais.com.br.

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Thursday, January 28, 2010

Casa do Adolescente se despede de 2009 com boas conquistas

Após 10 anos de fundação, a entidade intensifica suas conquistas e se projeta para o futuro.

Como uma das mais importantes organizações do terceiro setor de Itabirito, a Casa do Adolescente investe em sua equipe profissional, qualifica seu trabalho e garante um dos melhores resultados em 2009. A equipe profissional é formada por especialistas em adolescência, que garante uma atenção especial à saúde dos adolescentes e jovens, em suas particularidades que a faixa etária exige. A entidade é a única do Município que possui trabalho exclusivo em saúde sexual e reprodutiva para adolescentes e jovens, com encontros educativos sobre o tema, consultas ginecológicas, exames de prevenção de câncer de colo de útero, prescrição de contraceptivos e pré-natal exclusivo às gestantes adolescentes. As oficinas esportivas, culturais e artísticas são outra marca forte da organização, atraindo cada vez mais um número maior de interessados. A instituição oferece ainda oficina de música com a formação de bandas, o Circo da Vida, a oficina de dança cigana e de forró exclusivos na cidade para adolescentes e jovens. Contam também com Hip Hop, Capoeira, artesanato e futebol.

Para Simone Neto Gurgel, psicóloga da Casa do Adolescente, o ano de 2009 foi marcado por várias conquistas. “Vale a pena lembrar que a organização avançou muito nesses últimos anos. Aos poucos foi expandindo sua rede de sócios contribuintes e parceiros, ganhando credibilidade junto às escolas e à população, garantindo sua sustentabilidade”, informa.

Durante o ano, a entidade teve três novos projetos aprovados pelo Governo de Minas: Caminhos para Prevenção, objetivando a prevenção de DST’s/Aids entre adolescentes e jovens, por meio de apresentações teatrais da Cia. Condelon, nas escolas de Itabirito, Ouro Preto e Mariana. Projeto Adolescer com Arte e Cultura, que pretende ampliar a oferta de oficinas de arte e cultura para, pelo menos 150 crianças, adolescentes e jovens, a cada ano de execução do projeto, dos três previstos. Projeto Adolescer com Saúde na Escola, visando a aquisição de informações e conhecimentos para o desenvolvimento responsável e saudável dos estudantes das escolas públicas, do 5º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio, por meio de oficinas temáticas ministradas pelos profissionais da entidade. Conquistou também o certificado de utilidade pública federal, que trará a possibilidade da conquista de novos projetos sociais no âmbito federal.

A Casa do Adolescente realizou o VII Encontro Municipal dos Adolescentes de Itabirito (EMAI), cujo tema foi a violência, que traz grande preocupação pelo grande número de mortes entre os jovens. Foram discutidas durante o evento, as diferentes formas de violência: agressões físicas e psicológicas, bulling, discriminação, violência no trânsito, violência moral, violência ao patrimônio cultural e ambiental, exploração e a abuso sexual. O Encontro contou com a participação, dentre outras autoridades, do Meritíssimo Juiz de Direito, Dr. Antônio Francisco.

Como forma de arrecadar recursos, a entidade inaugurou um Bazar. “Tônia coordena a ação de maneira exemplar”, comenta Simone. Segundo ela, a arrecadação além de possibilitar a sustentabilidade de uma oficina de artesanato, também contribui com as despesas da entidade.

Em 2009, a entidade finalizou o projeto arquitetônico de sua sede própria. A obra contempla técnicas de bioconstrução, que geram baixo impacto ambiental. Pretende-se iniciar as obras em 2010. Iniciou a campanha dos cofres nos centros comerciais da cidade, através da contribuição do troco depositado pela população itabiritense. A arrecadação será destinada à construção de sua sede própria. A instituição recebeu a parceria da Escola da Vovozinha, por meio da venda dos alimentos e bebidas durante a Festa Junina da Escola, arrecadando recursos financeiros para os projetos da organização. Teve a oficina de Hip Hop premiada em Sarzedo, com a brilhante participação dos nossos beneficiários. Participou da Feira de Desenvolvimento Econômico, que contribuiu para divulgar suas ações e contar com novos parceiros.

E para fechar o ano, a Casa do Adolescente participou do Dia Municipal da Criança e do Adolescente, em 8 de dezembro, na Praça da Estação, em Itabirito, com a apresentação de suas oficinas culturais: Circo da Vida, Dança Cigana, Hip Hop e Capoeira.

Simone, em nome da Casa do Adolescente, agradece a todos que, direta ou indiretamente contribuíram para o sucesso de 2009. “Comprometemos-nos a continuar trabalhando com muito amor e empenho, em prol dos nossos adolescentes e jovens do nosso Município”, diz.

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Monday, January 25, 2010

Espetáculo musical relembrará a história do rock

A banda Nintendo 69 realizará no dia 30, sábado, às 20h30, o show “Traçando o Velho Rock” na Casa de Cultura Maestro Dungas, em Itabirito. Os ingressos custam apenas cinco reais.

Formada por quatro jovens, João Lucas (vocal/guitarra), Alex Salvador (guitarra/vocal), Pablo Satlher (baixo/vocal) e Rafael Toledo (bateria/vocal), a banda executa grandes sucessos de grupos e músicos consagrados, como Led Zeppelin, Pink Floyd, Rolling Stones, Beatles e Jimi Hendrix.

Segundo Rafael Toledo, no show “Traçando o Velho Rock” será contada a história do rock mundial desde a sua invenção, suas mutações, até os tempos atuais. “Um show especialmente preparado para todas as idades, dos antigos, que viveram essa época memorável, aos jovens, que gostam de música mais bem elaborada”, afirma.

Durante o evento será gravado o primeiro DVD da banda com direção do cineasta Gabriel Luz. Desde o dia 19, no hall de entrada da Casa de Cultura Maestro Dungas, está tendo uma exposição com fotos famosas do rock, porém, com os rostos dos integrantes da Nintendo 69. Além disso, a parede do hall está com arte em “stencil” com imagens e logos de bandas de rock. A exposição foi montada por Rafael Toledo e a produção executiva foi feita por Gilson Martins.  O projeto é patrocinado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura Municipal de Itabirito.

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Cachaça com Arnica na quinta edição das Oficinas de Verão de Acuruí

Tiveram início no sábado, 16 de janeiro, as festividades das Oficinas de Verão de Acuruí 2010. Para fechar a noite, no Centro Comunitário, o grupo de samba e chorinho Cachaça com Arnica se apresentou, com um repertório “que não deixou ninguém ficar parado”, segundo o produtor do grupo, Isaías Apolinário.  “Eles tocaram clássicos do samba e atenderam aos pedidos dos presentes, além das musicais autorais”, comenta.

De acordo com Ricardo Manoel de Assis, Coordenador do Turismo Rural da Prefeitura Municipal de Itabirito, as Oficinas de Verão de Acuruí tem como objetivo promover a integração sede-distrito, levar aos moradores oficinas com teoria e práticas que os levem a intentar empreendimentos que auxiliem na economia doméstica, bem como oportunizar fonte alternativa de renda. “Buscamos, quando da organização, fazer reuniões com a comunidade local para ouvir as necessidades, buscar sugestões para atendê-los em suas expectativas cuidado para não levarmos oficinas e apresentações artísticas que fossem somente do nosso interesse”, declara. Segundo ele, a apresentação do Cachaça com Arnica foi um pedido dos moradores de Acuruí. “É muito prazeroso ver e ouvir músicas que nos reportam as nossas raízes e nos levam a pensar sobre nossa produção cultural”, comenta.

Segundo a turista belohorizontina Cleunice Rigueira, o grupo apresentou muita música que resgatou a cultura do samba. Para Hans Cohn, vice-presidente da Assitur, Associação Itabiritense do Turismo Rural, o show foi excelente. “Com a criação do Centro Comunitário do Acuruí temos um lugar para este tipo de evento, com a casa cheia e agradando todo mundo”, afirma.

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Sunday, July 5, 2009

Festa Rocambole dissemina a cultura e a arte

Música, mágica, arte cênica e cinema integrados em uma única festa. Denominado Rocambole, o evento foi realizado na tarde do último domingo, 28, na Confraria Pub, em Itabirito. Isaías Apolinário, um dos produtores, comenta que foi agregado um novo público à arte alternativa. “Durante este evento foram trocadas experiências através de interações culturais, fortalecendo o nome da Confraria como ponto cultural de Itabirito” enfatiza.

A banda Sem Heróis abriu o evento logo após o jogo do Brasil, que estava sendo exibido no telão. Em seguida, teve a apresentação da Bistrot, que tocou músicas de Elis Regina, Rita Lee e Belchior. O mágico Thiago Silva, de 17 anos, apresentou seu número com cartas. Vagner Leroy e Gustavo Braga, integrantes da Acústica, tocaram velhas e clássicas canções do rock, como “Born to be wild” e “Smoke on the water”. Ciano e Eraldo Soares deram continuidade às apresentações das bandas. O grupo de teatro Madame Diablo apresentou a peça “Comparação entre duas quantidades mensuráveis”. Para finalizar, houve discotecagem com os DJs Zé Preto e Mr. Kafah, de Belo Horizonte, com exibição de curtas-metragens.

Segundo os organizadores, a festa Rocambole é um aquecimento do Alternativo Rock Festival - ARF, que terá em 2009 a realização de sua 3ª edição. “Produzimos um festival que é considerado um dos melhores do estado, com apresentação de bandas de rock e de suas vertentes, do estilo do NXZero, Skank e até mesmo de rock cristão. Rock não é apenas o pesado”, comenta Gilson Martins, produtor executivo e idealizador do ARF.

A segunda edição do Rocambole acontece novamente na Confraria Pub no dia 19 de julho com especial tributo aos Beatles, com as bandas Acústica (Itabirito), Nintendo 69 (Itabirito) e Mottim (Ouro Preto), a partir de 15h.

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Saturday, May 16, 2009

EP do cantor Áureo Lopes chega ao MySpace antes de ser lançado

Áureo, além do baixo, assume os vocais e violões.

O álbum homônimo, primeiro disco solo do cantor itabiritense, está disponível para os internautas no site MySpace (www.myspace.com/aureolopes) desde a última sexta-feira, 1º de maio.  O músico explica que o motivo de lançar as músicas na internet foi pelo simples fato de querer que as canções sejam ouvidas pelo maior número de pessoas possível. “O MySpace é uma ótima ferramenta nesse sentido. Gosto desses brinquedinhos virtuais, tenho Orkut, Facebook, MySpace, Twitter, Fotolog, LastFm, meu site pessoal, enfim, acho a internet um grande aliado dos novos artistas”, completa Áureo.

O EP foi gravado e mixado no Ultra Estúdio no período de outubro de 2008 a abril de 2009. “As minhas letras são na maioria confessionais; falam de amores, desamores e das dores”, comenta. As fotos e a arte do MySpace do cantor foram feitas pelo Ricardo Koctus, baixista da banda Pato Fu. O cd traz cinco canções de sua própria autoria, com a produção de Gerson Barral, produtor fonográfico dos CDs “Tianastácia Ao Vivo” (Tianastácia), “Bhanda” (Lô Borges), “Harmonia” (Lô Borges), “Solo” (Ricardo Koctus), entre outros. O convite para chamar o Barral para a produção do EP veio primeiramente pela amizade que os dois possuem. “Ele foi meu primeiro professor de baixo em Belo Horizonte e foi o primeiro amigo músico na capital, além de ele ser um produtor antenado com tudo que é novo, que tem a ver com o tipo de sonoridade que eu gosto. Eu também sabia que o Barral poderia dar as minhas músicas uma concepção moderna”, completa.

No álbum inédito, Áureo fez parceria com excelentes profissionais: Eric Lana, Henrique Matheus (Transmissor, Radar Tantã, Liah) e Robinson Matos (Lô Borges). “A participação do Eric Lana no meu disco acabou sendo muito natural porque trabalhamos juntos o ano todo. Ele nunca ficaria de fora, primeiro porque é um grande músico e segundo porque é um grande amigo”, esclarece. A parceria musical entre os dois começou no ano de 1996, na banda Ah! Karajazz, que na época se chamava Brilho do Sol. Desde então sempre trabalham juntos em vários projetos, seja acompanhando outros artistas, em bandas, estúdio, produções, etc.

O disco foi patrocinado pela Prefeitura Municipal de Itabirito, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, Supermercado Farid e Restaurante Quatro Estações. Áureo ressalta que sem o apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e dos demais patrocinadores seria praticamente impossível lançar este trabalho. “O patrocínio me possibilitou realizar algo que muito artista sonha, mas não tem condição”.

O que é um EP?
É um meio termo entre o single (duas ou três faixas) e o CD (mais de 10 faixas), geralmente com cinco ou seis faixas. É o que, antigamente, se chamava de compacto duplo.

Confira as faixas do álbum:

1.    Entre dois mundos
2.    Temporal
3.    Não quero falar de nós
4.    Nem 3 ou mais
5.    Mil segredos

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Saturday, October 27, 2007

A verdade sobre a hemodiálise em Itabirito

Matéria cedida pela Prefeitura Municipal de Itabirito

O Centro de Hemodiálise deixou de operar em Itabirito por determinação do Ministério da Saúde. A Prefeitura tentou, mas não conseguiu credenciar o serviço no Ministério. A hemodiálise funcionou, sempre na ilegalidade, até janeiro de 2005, quando Itabirito foi interpelado pela Secretaria Estadual de Saúde sobre a clandestinidade da prestação do serviço em um centro não-credenciado.

A hemodiálise clandestina foi feita durante um determinado período e faturada ao Sistema Único de Saúde (SUS) em nome do Hospital Monsenhor Horta de Mariana. Ou seja, para o SUS, o serviço estava sendo prestado em Mariana e não em Itabirito. Situação completamente ilegal. Verdade seja dita: o serviço de hemodiálise não pode ser feito por conta de qualquer prefeitura, mesmo que o município tenha condições. Deve ser feito somente via Ministério da Saúde.

O Ministério não autorizou o funcionamento da hemodiálise em Itabirito porque o serviço já funcionava em Mariana e só é credenciado um serviço por microrregião.

Contudo, a Prefeitura de Itabirito continuou a se preocupar com os pacientes que precisam da hemodiálise. Todos eles têm transporte gratuito para ir a Mariana se tratar.

Com isso, a administração municipal assume uma postura correta e franca. Só se pode fazer compromisso com o povo respeitando a lei.

Itabirito vai ganhar Centro de Prevenção de Complicações Cardiovasculares

O Centro de Prevenção de Complicações Cardiovasculares (Hiperdia) será instalado em Itabirito, ainda sem data certa. Será no antigo prédio da hemodiálise, ao lado do hospital, no bairro Praia.

A nova conquista da saúde itabiritense (que também beneficiará Ouro Preto e Mariana) foi resultado de um esforço que envolveu a Prefeitura e o deputado estadual Jayro Lessa. As negociações começaram em 15 de maio, durante reunião entre o secretário de Estado da Saúde, Marcus Pestana; o prefeito Waldir Silva Salvador de Oliveira, o Juninho; a secretária municipal de Saúde, Valéria Mariana Atella Barbosa; e o deputado. O assunto foi o que fazer com antigo prédio da hemodiálise em Itabirito, que está abandonado. A partir desse encontro, o secretário incumbiu o subsecretário de Estado de Políticas de Saúde, Antônio Jorge, a decidir, junto com a Prefeitura de Itabirito, qual o melhor destino para o prédio. Isso com base na carência em saúde de Mariana, Ouro Preto e Itabirito. Foi decidido que o Hiperdia será implantado.

Novidade - Hiperdia, nome pelo qual o centro será conhecido em Minas Gerais, é um programa do governo do estado, em parceria com as prefeituras sedes de microrregiões em saúde (caso de Itabirito).

O centro cuidará de pacientes com hipertensão e diabetes em estágio avançado desses problemas. “Hiper” é de hipertensão e “dia”, de diabetes.

O Hiperdia de Itabirito poderá ser o primeiro do estado, a exemplo do que aconteceu com a instalação do Centro Viva Vida. De acordo com a secretária de Saúde da Prefeitura de Itabirito, no que diz respeito aos diabéticos, o centro atenderá os insulinodependentes, ou seja, os que precisam fazer uso de insulina. “São 321 somente em Itabirito, sem contar Ouro Preto e Mariana”, disse a secretária

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Friday, April 27, 2007

Entrevista: Ballet

A banda começou em 2003, ainda sem nome, ensaiando as terças e quartas, entretando como se encontravam mais cedo, começavam a tomar uma mais cedo, e o roque só começava tarde. Em 2004, surgiu o nome Ballet e as primeiras músicas, mas como tudo rolava muito devagar acabou em uma desistência generalizada. No início de 2005, Rafael Crespo chamou o Ballet pra tocar no Milo/SP junto com o Polara, e em vez de falar a verdade, que a banda tinha acabado, Túlio Castanheira (guitarra) e Thiago Vieira (baixo) resolveram chamar o Bruno Bueno (bateria) e o Lulu Rodolfo (guitarra) pra fazer esta única apresetanção em São Paulo. Acabaram montando o verdadeiro Ballet, que até hoje mantém esta formação, entretanto sempre tocam outros instrumento nos shows, como pandeiro, chocalho, a-gogo, etc.

Entrevista feita por Gilson Martins com Túlio Castanheira em Novembro de 2006.

Vocês já encontraram uma “resposta plausível ou algo que possa de servir de resposta” para o significado do nome Ballet?

Ainda não encontramos. Talvez no nosso segundo disco, onde recorreremos à ajuda dos Orixás.

Qual a relação de vocês com os Orixás?

Temos influência de sambas mais negros. Gostamos de músicas de candomblé, capoeira, essas coisas.

Quais outras influências que vocês possuem?

Bossa-nova, Jazz, MPB, Punk, Barulheira. Gostamos de praticamente tudo que é música.

O som de vocês pode se definido como pós-hardcore instrumental?

Talvez as primeiras músicas sim. Mas hoje, nossas composições estão mais puxadas para música brasileira. As novas músicas possam levar algum rótulo tipo: sambaroqueafrobossametalumbandapósclassico.

As próximas criações da banda podem ter uma pequena possibilidade de ter vocal já que vocês têm “um ótimo cantor e outro que tem o dom das palavras”?

(risos) Essa definição é ótima, mas isso não da pra saber… Tudo depende do estado de cada um na hora em que a música surge. Estamos mais para gritar do que para cantar, mas de qualquer forma, com a cabeça aberta sempre.

Falem um pouco sobre o disco “Desconstruindo Nazaré”, e sobre a parceria com a Faster Records.

Na verdade eu montei o selo há alguns anos com a idéia de lançar as bandas dos amigos. A melhor coisa é não ter que ficar preocupado com o meio, assim as bandas podem ficar por conta da música. Então acaba que não rola uma parceria; rola uma amizade entre os membros do Ballet, das bandas que estão com algum projeto (para lançar algo) e de outras bandas que não tem disco pelo selo, mas que temos uma boa convivência e que sempre dividimos os palcos.

Quando foi lançado o primeiro disco? Como gravaram?

Foi lançado em Março de 2006. Gravação semi-caseira. Gravamos ao vivo no Estúdio Engenho, pegamos as trilhas e fomos para minha casa, onde regravamos a maioria das guitarras e dos baixos e fritamos em vários pequenos instrumentos (como chocalho, piânica, luminária, etc.).

Qual o significado da expressão “Desconstruindo Nazaré”?

Significa que é impossível descobrir a verdadeira história de Jesus de Nazaré, mas como nós chegamos perto, queremos passar nossos conhecimentos pra frente, citando vários buracos ao longo da nossa breve história de algumas centenas de anos.

Já existe a possibilidade de um segundo disco? Já possuem músicas novas?

E como. Nosso segundo disco já está quase pronto em nossas cabeças. Temos 10 músicas novas, mas queremos lançar o disco com no mínimo 15.

Como foi gravar o clipe e como gravaram?

Um dos dias do período de mixagem do DN, deu uma canseira louca e não agüentávamos mais escutar mais aquelas músicas. Então, para relaxar, eu e o Lulu resolvermos editar algumas imagens colocando a Ordem dos Advogados como trilha (que era a única música que estava pronta até o momento). O resultado ficou ótimo levando em conta os recursos que tínhamos em mãos. Em breve estará saindo um clipe do Opa semelhante a esse do Ballet: custo zero!

Por que e como uma banda instrumental coloca nome nas músicas?

A maioria das músicas já tem nome antes mesmo de ter notas. Normalmente temos idéias que nos levam a conduzir a música para uma direção ou outra. Por exemplo: o Thiago ou o Bueno deu a idéia uma vez de a gente fazer uma música chamada Mineiro Hospitaleiro é o Caralho, então na hora de compor a gente puxou a música mais para as raízes afro mineiras, adicionamos um canto de umbanda que tem a ver com o espírito natalino da música, e assim vai. As idéias são formadas por uma corrente de pensamentos infinitos.

Podem falar o que quiserem, este espaço é o de vocês!

Propaganda, claro!
Para ouvir algumas músicas ou adquirir o nosso primeiro disco é só entrar no sítio http://faster-records.net/ e clicar em $.
Tem também o sítio oficial do Ballet - http://ballet.faster-records.net/

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Thursday, April 26, 2007

Entrevista: Sonary

O quinteto de Mariana, denominado Sonary, composto por Alisson Sanches (baixo), Giovani Maier (guitarra), Rafael Risoar (bateria), Rafael Rope (vocal) e Wanderson Niquini (guitarra/b. vocal), surgiu em meados de 2003. “O nome surgiu da palavra sonar, foi a primeira idéia que tivemos. O Fefel, baterista da banda, sugeriu colocar um sotaque ‘italiano’ na palavra sonar, então ficou Sonary”, explica Wanderson Niquini. Segue abaixo entrevista com Wanderson Niquini e Rafael Risoar, sobre o lançamento de “Dias Que Não Vivemos”, álbum de estréia da banda.

Gilson Martins : O disco foi lançado pelos selos DaLaranjaaoCaos e Boicote Records, como funciona essa parceria? Quem produziu o cd?

Wanderson Niquini : Essa é a parceria que precisávamos, pois estamos com dois grandes nomes, o Dalaranja como todos conhecem, é um grande selo, liderado por grandes pessoas. O Boicote além do selo é uma renomada produtora de shows em São Paulo. Nós três iremos trabalhar juntos, na divulgação e distribuição do disco e agendamento dos shows.

Rafael Risoar : Quem acertou os detalhes nas músicas fomos nós mesmos, e serviu como um grande aprendizado para todos nós.

GM : Como está sendo a repercussão do disco?

Wanderson Niquini : Estamos recebendo muitos e-mails de pessoas cobrando, querendo ouvir as músicas… Tá sendo bacana! Vamos esperar depois de lançado pra ver como será a aceitação do público.

Rafael Risoar : O cd chega pra gente no fim de agosto, entre os dias 20 e 25… Esperamos que agrade pelo menos a maioria… hehehe.

GM : Deu uma certa confusão para lançamento do disco e isso explica o atraso do mesmo, o que aconteceu realmente?

Wanderson Niquini : Primeiro foi briga de “cachorro grande”, pois estávamos aguardando uma autorização da Universal Music da nossa música “Verões Passados” que foi editada pela Sony e os direitos vendidos a Universal após a compra da Sony pela BMG. Isso demorou demais pra sair, fora os acertos entre selo e banda.

Rafael Risoar : Quando uma banda entra para um selo de distribuição, como no nosso caso, temos que olhar os dois lados, banda e selo. Os objetivos de cada um… Isso que aconteceu… Estávamos acertando o melhor para as partes e, como você deve saber, não se faz isso de qualquer jeito e nem da noite pro dia, demanda tempo e paciência. Não estávamos com pressa.

GM : Vocês já têm clipe em andamento? Percebi que estão postando vídeos no youtube.

Wanderson Niquini : O clipe de “Verões Passados” era pra ter saído antes do disco, mas infelizmente faltaram recursos para colocá-lo à diante. Após o lançamento do disco, essa será nossa próxima meta. O Youtube esta sendo nossa válvula de escape… rsrs… Temos o roteiro de “Verões Passados” e “A suave entropia dos dias que não vivemos”, ainda não sabemos qual sairá primeiro, mas pretendemos lançar um ainda este ano.

GM : O que a banda tem que diferencia das bandas de hardcore que surgem em dezenas todo ano no Brasil?

Rafael Risoar : A preocupação em tocar bem, se apresentar bem, pensar única e exclusivamente no nosso trabalho. Poucas bandas se concentram no próprio trabalho… Fica olhando a do vizinho e não faz nada…

GM : Vocês poderiam resumir a história da banda. Um pouco sobre a história da Red Bus, não sei se posso dizer isso, mas a Sonary acaba se confundindo com a Red Bus, a primeira como sendo a evolução da segunda. E o que poderiam dizer sobre a cena de Mariana? Da luta de vocês para trazer grandes bandas, como Street Bulldogs e Audio, por exemplo.

Wanderson Niquini : Red Bus morreu em setembro de 2003, por isso acredito que Sonary não é a evolução e sim a união de músicos de três bandas, inclusive o Red Bus. A cena em Mariana hoje é muito diferente de alguns anos atrás, hoje a Prefeitura tem investido mais nos talentos locais, por isso a cena se “acomodou”. As bandas ficam esperando que a Prefeitura realize eventos para eles tocarem, não tem mais aquela coisa de “faça você mesmo”, de fazer shows na casa de amigos, unir duas ou três bandas e alugar espaço e som… Mas de qualquer forma esse incentivo tem ajudado bastante, pois dão estrutura, oportunidade e cachê para os músicos.

Rafael Risoar : O SONARY começou com a morte do Garapanoid, Mould, Red Bus, ou seja, se essas bandas ainda existissem, essa entrevista não estaria acontecendo.. hahahahahaha. Brincadeira! Há males que vem para o bem. Não me vejo hoje sem tocar com essa galera, fazendo o som que a gente tem feito e trabalhando duro como temos trabalhado. A história do SONARY já tinha que começar, independente da gente ter estado ou não em outras bandas. Nada é por acaso…

GM : Foi o Felipe Cruz que fez o encarte do cd. O mesmo tem vários dos teus desenhos em buttons e camisas da ObaShop, e foi ele que fez o novo layout do AlternativoRock. Como foi trabalhar com ele? Por que o escolheram?

Rafael Risoar : Eu já era admirador do trabalho dele, por sempre ver os desenhos nos fotologs, deviantart, ai surgiu a idéia de fazer a arte do cd à base de ilustrações, e ele foi o primeiro que pensamos… Falei com a galera e batemos o martelo. Liguei pra ele e marcamos uma reunião. Wanderson, Sandro (produção) e eu, fomos até Itabirito (cidade encanto, hehehe), e fechamos tudo. Foi sempre um profissional coerente, dedicado e nos atendeu perfeitamente, ao contrário da maioria. Grande artista que recomendamos!

Wanderson Niquini: Eu conheci o cara através do Rafael Risoar, só sei dizer que Felipe passou pro papel o que realmente queríamos sem dar nenhuma idéia pra ele do que era pra ser feito.

GM : Agora com lançamento do cd, quais são os objetivos da banda, o que farão? Resumindo, qual é o próximo passo, e até aonde querem chegar?

Wanderson Niquini : O próximo passo será o clipe, com certeza.

Rafael Risoar: Os objetivos não mudam… Fazer shows em vários estados como já iniciamos neste ano, clipe e por ai vai… temos um lema: “nosso limite é a sua cidade…”

GM : Espaço de vocês, podem dizer o que quiserem!

Sonary : Queria te agradecer Gilson pelo espaço, ao AlternativoRock por nos propiciar um canal direto com para um público que curte rock. E quem estiver afim de conhecer um pouco mais sobre o SONARY, diariamente publicamos notícias, diário de bordo, foto, vídeos, etc… basta acessar nosso site (http://www.sonary.com.br) e conferir. Grande abraço a todos

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